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Festival Dança em Trânsito 2025 chega a São Paulo com espetáculos internacionais e residência artística no SESI-SP

Crédito da foto: Guego Anunciacao
Cena de Habitar o lugar do sonho / Cansanção, com Reforma Cia de Dança

Uma das principais plataformas de circulação da dança contemporânea no Brasil e no exterior, o Festival Dança em Trânsito chega a São Paulo nos dias 26 e 27 de julho de 2025, com apresentações gratuitas no Centro Cultural FIESP – SESI-SP. Como parte da programação da 23ª edição, a cidade também recebe uma residência artística com o premiado coreógrafo Ricardo Ambrósio, de 21 a 25 de julho, na Escola Palco Central do Morumbi.

Criado em 2002 pelo Espaço Tápias, um Centro Cultural que atua como polo de criação, formação e intercâmbio artístico, o Festival Dança em Trânsito se consolidou como um dos principais articuladores da dança contemporânea no Brasil e no exterior. Com direção artística e curadoria de Giselle Tápias e Flávia Tápias, o projeto aposta na circulação de espetáculos, formação de artistas e conexão de diferentes culturas, linguagens e territórios. De forma itinerante, percorre desde grandes centros urbanos a pequenas localidades brasileiras, ocupando teatros e espaços públicos com uma programação plural e acessível.

Integrante da rede Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades ao redor do mundo em prol da difusão da dança contemporânea, o festival promove não apenas apresentações artísticas, mas também ações formativas, reflexivas e colaborativas, ampliando o alcance da arte do movimento e fortalecendo sua presença no cotidiano das pessoas.

São Paulo na rota do festival

A nova edição circula por cerca de 35 cidades brasileiras e apresenta mais de 30 obras coreográficas, sendo 12 delas coproduzidas especialmente para o evento, além de realizar ações formativas e projetos educativos que aproximam jovens da arte do movimento. Em São Paulo, a programação inclui mais de 15 espetáculos nacionais e internacionais, com obras inéditas e colaborações multiculturais de artistas do Brasil, Europa, América do Norte e Ásia.

Nos dias 26 e 27 de julho, o Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo recebe uma intensa programação de dança contemporânea nacional e internacional, ocupando diversos espaços do complexo – da Esplanada à Paulista e ao palco do Teatro. No sábado, o público poderá conferir obras como “Lo que los árboles no cuentan”, de Kiko Lopez e Hector Plaza (Espanha), “Do Chão Não Passa!”, da No Rastro Cia (SP), e o solo “Siren”, da francesa Ornella Dufay. A programação segue com a participação de artistas como Patião Teixeira (Angola), Ricardo Ambrózio (Portugal), Reforma Cia de Dança (BA) e a Cia Urbana de Dança com “Na Pista”, sob direção de Sônia Destri. Já no domingo, destacam-se “Cruzamentos”, criação coletiva com artistas da França, África e Brasil, “iNyou”, dos italianos Riccardo Ciarpella e Mateo Mirdita, além de obras assinadas por Grupo Tápias, Renato Vieira Cia de Dança, Maria Alice Poppe e Márcia Milhazes, e o encerramento com “DUAL”, da Marcat Dance (Espanha).

Já a residência com Ricardo Ambrósio – brasileiro radicado por anos na França e ex-integrante da Compagnie Maguy Marin – propõe um mergulho nas relações entre escuta corporal, impulsos e estados emocionais do movimento, sendo voltada a artistas da dança, teatro e performance. Com linguagem híbrida, marcada pelo virtuosismo técnico e expressividade emocional, o coreógrafo compartilha uma abordagem artística desenvolvida ao longo de sua carreira na Europa. Outra novidade desta edição é a participação da São Paulo Escola de Dança, que se junta ao festival pela primeira vez por meio da indicação de um aluno da instituição para integrar a atividade formativa.

Mais do que um festival de apresentações, o Dança em Trânsito se estrutura sobre três grandes pilares: circulação de espetáculos, formação de artistas e criação colaborativa internacional, com projetos como o Transatlantic Routes, que promove o intercâmbio criativo entre companhias brasileiras e europeias.

Sobre as obras

LO QUE LOS ÁRBOLES NO CUENTAN
18 min
Kiko Lopez e Hector Plaza (Barcelona e Madrid, Espanha)

Se você cortar um galho, a árvore não sangra? A casca ao seu redor não mostra cicatrizes? Seus anéis não contam histórias sobre a passagem do tempo? Suas raízes não buscaram passagem na terra? Lo que los árboles no cuentan (O que as árvores não contam) é uma peça de rua que começa em um daqueles momentos em que você pensa e se…. É interessante ver as árvores como se fossem pessoas e as pessoas como se fossem árvores. Como elas observaram o mundo passar e se adaptaram ao longo do tempo de forma lenta, mas constante, como as árvores parecem criar um mundo próprio dentro de si mesmas, assim como as pessoas fazem. Por meio da dança, observamos as árvores e a natureza e nos comparamos a elas como indivíduos, refletindo sobre os pontos em comum que temos como seres vivos.

Direção, coreografia e interpretação: Kiko López e Hector Plaza

DO CHÃO NÃO PASSA!
20 min
No Rastro Cia (São Paulo, SP)

Em DO CHÃO NÃO PASSA, iniciamos um trabalho com a interação dos corpos em coletivo, e a reverberação desse contato que vai transformando a individualidade em uma grande dança coletiva. Em seguida, os intérpretes se encontram emdesencontram em suas duplas e solos, com uma movimentação que visa evidenciar oscomportamentos diversos que surgem de cada interação humana. Especificamente em,DO CHÃO NÃO PASSA, o espetáculo funde elementos tradicionais da dança contemporânea e os gestos da humanidade das relações humanas .A partir dos momentos de dança em uníssono, o grupo aponta para a beleza e força do trabalho em grupo, bem como a importância de manter sua individualidade, seu jeito de dançar, a identidade corporal que deixa um rastro no mundo, que aparece nos momentos de improvisação e solos. Cada encontro é único, assim como o rastro de cada dança.

Direção: Henrique Lima
Intérpretes: Bianca Haertel, Tayna Oliveira, Alisson Silva

SIREN
6 min
Ornella Dufay (Paris, França)

“Siren” é um solo de 6 minutos que conta a história de uma mulher que tenta se libertar da dor, do silêncio e da pressão para ser perfeita.Ela não é uma sereia mítica do mar, mas uma sereia do concreto, uma mulher real moldada por um passado de classe trabalhadora, emoções fortes e uma profunda necessidade de expressar o que muitas vezes não é dito. Sua raiva não é estridente,mas está sempre presente, escondida sob uma superfície que se espera que seja bonita e controlada.Por meio de uma mistura de dança contemporânea e krump, “Siren” traz à tona essa tempestade interior. Os movimentos são viscerais, intensos e poderosos, mostrando uma luta para permanecer fiel em um mundo que muitas vezes valoriza a imagem em detrimento da honestidade. A personagem está dividida entre querer fugir de sua origem e ainda se sentir profundamente conectada a ela. Ela tem um desejo de conexão, de significado, de algo real.Esse solo é sobre emoção, sobre verdade e sobre dar espaço ao que normalmente nos dizem para esconder. “Siren” convida o público a olhar além da superfície e sentir profundamente.

Intérprete-criadora: Ornella Dufay-Miralles

IMPROVISA-TE
4 min
Patião Teixeira (Angola, África)

Improvisa-te: não como fuga, mas como chama – onde o corpo não ensaia, ele escuta.

Intérprete-criador: Patião Teixeira

RESULTADO DA RESIDÊNCIA DE CRIAÇÃO DE RICARDO AMBRÓZIO (Torres Vedras, Portugal)

A residência coreográfica será centrada no solo “gONE”, uma obra que explora os limiares entre finais e começos através de um corpo em movimento no espaço urbano. A peça transforma o cotidiano em ritual, capturando momentos de transição – entre o vermelho e o verde do semáforo, entre sombra e luz, entre identidades presentes e potenciais. Com intensidade e urgência, o trabalho revela ciclos de transformação onde cada despedida contém o germe de um novo encontro, materializando a ideia de que os finais são apenas novos começos.

Intérprete-criador: Ricardo Ambrózio


13 min
Frantielly Kahdija (Corumbá, MS)

Estar sozinho é um tanto quanto desconhecido, pra mim. Aquele desconhecido queincomoda e você gostaria que continuasse sem intimidade. Amo ser sozinha, odeio estar só.

Coreografia: Frantielly Khadija
Direção: Chico Neller/Ginga Espaço de Dança.

HABITAR O LUGAR DO SONHO / CANSANÇÃO
25 min
Reforma Cia de Dança (Salvador, BA)

“Cansanção” é uma coreografia que fala da força que brota da escuridão da própriapele.Em cena, duas mulheres evidenciam riquezas íntimas, risos irônicos e sutilezas,perpassando por assuntos como: enfrentamento, resistência, ancestralidade,territorialidade e poder negro. O corpo é tido como uma adaga, que luta, fere, é ferida,mas também necessita de cuidados. De onde vem o vigor que temos em continuar existindo?

Criação e Argumento: Guego Anunciação
Interpretes-criadoras: Laiane Carmo e Luana Fulô
Desenho de Luz: Ana Brandão
Criação e Edição musical: Paulo Pitta

NA PISTA
40 min.
Cia Urbana de Dança | Sônia Destri (Rio de Janeiro, RJ)

NA PISTA (“Companhia Urbana de Dança é tão boa que parece um milagre“) / BRIANSEIBERT DEC. 28, 2014 / The New York Times
Com bom-humor e leveza, Na Pista marca o retorno da companhia às suas raízes no subúrbio carioca. Ritmos e sequências coreográficas que fizeram parte da vida dosjovens dançarinos inspiraram a este novo trabalho. Técnicas e estilos são incorporadospelos dançarinos e postos em cena, com uma estética própria. O titulo também fazalusão a gíria da periferia no sentido de liberdade, como uma expressão sinônima a“estar na vida”. A trilha sonora assinada por Rodrigo Marçal.

Direção artística: Sonia Destri Lie
Dançarinos: Feijão , Tiago Sousa , Miguel Fernandez , Julio Rocha , Jessica Nascimento, Johhny Britto, Welligton J., Thiago Willians

CRUZAMENTOS No âmbito da temporada França – Brasil 2025
15 min.
Akene Lenoir e Ornella Dufay (França), B. Zambeleogo e Patião Teixeira (África), Alice Alves e Frantielly Khadija (Brasil)

O Projeto CRUZAMENTOS visa promover residências artísticas colaborativas entre artistas franceses, brasileiros e africanos, incentivando a co-criação e a pesquisa interdisciplinar nas artes cênicas.
Seis artistas – dois brasileiros, dois africanos e dois franceses – embarcam em uma potente residência de criação. O primeiro encontro acontece em abril, em Paris, estes artistas irão trocar experiências de vida, arte e dança, explorando novas possibilidades de criação coreográfica.
Em seguida, o projeto segue para o Brasil, onde todos se reúnem novamente, agora mergulhando na riqueza cultural brasileira. O resultado desse intenso processo será apresentado em três cidades: São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, durante o Dança Em Trânsito. Uma verdadeira celebração do encontro entre culturas, atravessando fronteiras para compartilhar dança, arte e histórias.

Intérpretes-criadores: Akene Lenoir e Ornella Dufay (França), B. Zambeleogo e Patião Teixeira (África), Alice Alves e Frantielly Khadija (Brasil)

INYOU
15 min
Riccardo Ciarpella e Mateo Mirdita (Roma, Itália)

“InYou” é um dueto de dança que explora a jornada interior de um jovem leitor, totalmente imerso em seu livro. Enquanto ele se perde na narrativa de seu pequeno livro intitulado “InYou”, uma súbita rajada de vento o leva para uma dimensão paralela,no fundo de sua própria história. O título “InYou” encerra vários significados: reflete a interação entre duas entidades que estão aprendendo a coexistir, ecoando a filosofia do yin e yang, em que o jovem leitor confronta uma versão de si mesmo, seu “yang”. Esse jogo de palavras também evoca a ideia de “dentro de você” e “eu e você”, representando um diálogo interno e uma profunda busca por equilíbrio. Na nova dimensão, em um espaço desconhecido, as duas versões do leitor se encontram, inicialmente dominadas por desarmonia e caos, enquanto tentam entender e se adaptar ao novo ambiente.À medida que a dança avança, os dois indivíduos começam a descobrir uma conexão profunda, aprendendo a arte da coexistência e colaboração. Sua evolução culmina em uma valsa que simboliza a harmonia e a unidade, refletindo a imagem do yin e do yang se fundindo em uma em uma única entidade.

Conceito e coreografia: Mateo Mirdita, Riccardo Ciarpella
Intérpretes: Mateo Mirdita, Riccardo Ciarpella

CELESTE
20 min
Maria Alice Poppe convida Márcia Milhazes (Rio de Janeiro, RJ)

Celeste, o encontro de duas artistas, dois mundos,que celebram a vida num processo artístico precioso, entrelaçando suas carreiras e vivências. Corpo-celeste, transborda a potência expressiva de suas memórias, tornando a morada de uma voz desconhecida.Gestos, inundam as inquietudes de sua alma, num movimento poético infinito. Celeste Saúda o sensível, a possibilidade de não perdermos os elos de fantasia dentro de nós.

Direção artística, concepção e coreografia – Marcia Milhazes
Intérprete – Maria Alice Poppe
Trilha sonora – Marcia Milhazes
Edição sonora – Domenico Salvatore
Desenho de Luz – Glauce Milhazes e Marcia Milhazes
Desenho de Figurino – Marcia MIlhazes
Costureira – Eunice Matos
Foto – Marcia Milhazes
Produção executiva – Marcia MIlhazes Companhia de Danca Ltda.
www.marciamilhazes.com.br
Faixa etária – livre

ADEUS AO CORPO
20 min
Renato Vieira cia de Dança (Rio de Janeiro, RJ)

O coreógrafo Renato Vieira faz um mergulho sensorial na tensão entre instinto e civilização. O espetáculo transforma o corpo em território de conflito e libertação, onde cada gesto ecoa o desejo de sentir, tocar, resistir e entregar-se. Uma coreografia-rio que atravessa os rituais da emoção e convida o público a repensar o lugar do corpo em um mundo cada vez mais desencarnado.Livremente inspirado na antropologia das emoções de David Le Breton, o espetáculo“Adeus ao Corpo” traduz em movimento a tensão entre instinto e civilização. Os intérpretes Felipe Padilha e José Leandro avançam como criadores de suas próprias sensações, movidos por uma pulsação que os leva ao limite do sentir. Cada gesto nasce da urgência de experimentar o outro, de tocar e ser tocado. Entre confrontos e acolhimentos, a coreografia se desenha como um ritual contemporâneo, onde a resistência cede, e o corpo encontra sua redenção.

Diretor e Coreógrafo: Renato Vieira
Intérprete criador: Felipe Padilha
Intérprete criador: José Leandro
Intérprete criador: Tiago Oliveira

DUAL
25 min
Marcat Dance (Vilches, Province of Jaén/Andalucia, Espanha)

Em “Dual”, a Marcat Dance convida o público a uma jornada emocional e sensorial,enquanto os corpos de Alessia Sinato & Marilisa Gallicchio mergulham em um diálogo íntimo por meio do movimento. Inspirados por sua colaboração de longa data, osartistas exploram nossa dualidade como seres humanos, revelando a beleza daconexão e a complexidade da individualidade. Desde sua união como um corpo amalgamado até a expressão mais pessoal, os dançarinos conduzem o público por uma experiência visual e evocativa, na qual o risco e a exploração do espaço desempenham um papel crucial na narrativa emocional da obra.Dual é a versão curta para espaços não convencionais da obra Afines, que teve sua estreia em 30 de novembro de 2024 no Teatro Central de Sevilha, interpretada por Mario Bermudez e Catherine Coury.

Coreografia e direção: Mario Bermúdez Gil
Diretor de ensaio: Catherine Coury
Intérpretes: Alessia Sinato & Marilisa Gallicchio
Composição musical: José Pablo Polo
Dramaturgia: Isabel Vázquez
Figurino: Moises Nieto
Design de iluminação: Mamen B. Gil
Produção executiva: Mamen B. Gil
Distribuição: Danzas del Mundo
Gerenciamento: Claudia Morgana
Comunicação: Ángela Gentil

REZA
20 min.
Grupo Tápias (Rio de Janeiro, RJ)

O amor pode ser um sussurro delicado ou uma tempestade avassaladora. Ele nos move, nos eleva e, por vezes, nos destrói. “Reza”, o mais novo espetáculo do Grupo Tápias, mergulha na complexidade do amor em todas as suas formas: a paixão que incendeia, o afeto que acolhe.Assim como uma reza, o amor é uma invocação – às vezes, uma prece de entrega e paz; outras, um grito de desespero.Com um corpo pulsante em cena, a dança se transforma em linguagem visceral, onde gestos desenham sentimentos e a música ressoa como um eco das paixões humanas.Em um universo que oscila entre o delicado e o intenso, “Reza” é um convite para sentir, refletir e, talvez, rezar.

Direção, Concepção e Coreografia: Flávia Táppias
Colaboração artística: Giselle Tápias
Intérpretes-criadores: Letícia Xavier, Agustín Salcedo, Roberto Silva, Flávia Táppias

Programação

Centro Cultural FIESP / SESI-SP
Avenida Paulista, 1313 – Bela Vista, São Paulo – SP
(Em frente a estação Trianon-Masp do Metrô )
Ingresso: Grátis

26 de julho – Sábado

16h | Esplanada (frente para a Paulista)
Kiko Lopez e Hector Plaza (Barcelona e Madrid, Espanha) apresentam “Lo que los árboles no cuentan” – 18 min.

16h30 | Foyer
Cia NoRastro (São Paulo, SP) apresenta “Do Chão Não Passa” – 30 min.

17h | Café
Ornella Dufay (Paris, França) apresenta o solo “Siren” – 7 min.

17h15 | Foyer
Patião Teixeira (Angola) apresenta “Improvisa-te” – 5 min.

17h30 | Foyer
Apresentação do resultado da residência de criação de Ricardo Ambrózio (Torres Vedras, Portugal) – 10 min.

18h | Mezanino
Reforma Cia de Dança (Salvador, BA) apresenta “Cansanção” – 25 min.

19h | Teatro
Companhia Urbana de Dança | Sônia Destri Lie (Rio de Janeiro, RJ) apresenta “Na Pista” – 50 min.

27 de julho – Domingo

16h | Esplanada (frente para a Paulista)
Coletivo internacional com Akene Lenoir e Ornella Dufay (França), B. Zambeleogo e Patião Teixeira (África), Alice Alves e Frantielly Khadja (Brasil) apresentam “Cruzamentos”, no âmbito da Temporada França – Brasil 2025 – 15 min.

16h20 | Foyer
Riccardo Ciarpella e Mateo Mirdita (Roma, Itália) apresentam “iNYOU” – 15 min.

16h40 | Foyer
Grupo Tápias (Rio de Janeiro, RJ) apresenta “Reza” – 20 min.

17h | Mezanino
Renato Vieira Cia de Dança (Rio de Janeiro, RJ) apresenta “Adeus ao Corpo” – 25 min.

19h | Teatro
Macia Milhazes e  Maria Alice Poppe (Rio de Janeiro, RJ) apresentam “Celeste” – 30 min.

19h30 | Teatro
Marcat Dance (Vilches, Província de Jaén/Andaluzia, Espanha) apresenta “DUAL” – 22 min.

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