São Paulo Companhia de Dança volta a Sapopemba com espetáculo gratuito

SPCD - Mamihlapinatapai, de Jomar Mesquita_Bailarinos Letícia Martins e André Grippi_Foto Arthur Wolkovier
Cena de Mamihlapinatapai, de Jomar Mesquita – Bailarinos: Letícia Martins e André Grippi – Foto: Arthur Wolkovier. Divulgação.

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), mantida pela Secretaria de Cultura e o Governo do Estado de São Paulo, sob direção de Inês Bogéa, volta à Fábrica de Cultura de Sapopemba, na zona leste da cidade de São Paulo, para apresentar um Espetáculo para Estudantes e Terceira Idade, no dia 20 de fevereiro, às 15h. O público poderá conferir a pré-estreia de Pivô, criação de Fabiano Lima para o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros, programa da SPCD cujo objetivo é incentivar a criação coreográfica e ampliar o intercâmbio dos artistas com a Companhia além de outras obras. A entrada é gratuita.

O programa será composto também pelo Grand Pas de Deux de O Cisne Negro, de Mario Galizzi a partir do original de 1985 de Marius Petipa; e Mamihlapinatapai, de Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro. O espetáculo conta com recursos de acessibilidade por meio do aplicativo Whatscine que transmite para smartphones e tablets os recursos de audiodescrição, interpretação em LIBRAS e subtitulação, permitindo às pessoas com deficiência entrar em contato com a experiência da dança.

AS OBRAS

PIVÔ (2016)

Coreografia: Fabiano Lima
Músicas: Carlos Gomes (1836-1896)
Figurinos: Cassio Brasil
Iluminação: Guilherme Paterno

GRAND PAS DE DEUX DE O CISNE NEGRO (2014)

Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1895 de Marius Petipa (1818-1910)
Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893)
Figurinos: Tânia Agra
Iluminação: Guilherme Paterno
Estreia da obra de Marius Petipa: 1895, The Imperial Ballet, São Petersburgo, Rússia
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Luiz Mendonça, Recife, Brasil
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos

Este duo marca o encontro do príncipe Siegfried com Odile, o Cisne Negro. Filha do feiticeiro Rohtbart, ela deseja encantar o príncipe durante um baile para que ele quebre sua jura de amor eterno a Odete, o Cisne Branco. Para enganá-lo, Odile sutilmente alterna sensualidade e doçura, e deixa transparecer toda a sua maldade. Este é o grande momento do terceiro ato deste balé, um dos mais conhecidos do mundo.

MAMIHLAPINATAPAI (2012)

Coreografia: Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro
Músicas: Marina de La Riva, composição de Silvio Rodrígues (Te Amaré Y Después); Rodrigo Leão (No Se Nada); e Cris Scabello (Tema final); Cartola e Grupo Planetangos (As Rosas não Falam)
Figurinos: Cláudia Schapira
Iluminação: Joyce Drummond
Estreia mundial: 2012, Teatro GEO, São Paulo, Brasil
Duração: 20 minutos com 9 bailarinos

Mamihlapinatapai trata da relação de desejo entre homem e mulher. Um olhar compartilhado por duas pessoas, cada uma desejando que a outra tome uma iniciativa para que algo aconteça, porém, nenhuma delas age. Este é significado de Mamihlapinatapai, palavra indígena originária da língua yaghan, de uma tribo da Terra do Fogo. O coreógrafo Jomar Mesquita utiliza elementos desconstruídos da dança de salão para criar a peça.

SERVIÇO

Pivô | Grand Pas de Deux de O Cisne Negro | Mamihlapinatapai
São Paulo Companhia de Dança
Dia 20 de fevereiro
Sábado, às 15h
Local: Teatro da Fábrica de Cultura de Sapopemba
Rua Algustin Lubert, 300 – Fazenda da Juta/Sapopemba – São Paulo/SP
Informações: (11) 2012-5803
Ingressos: Grátis
Capacidade: 298 lugares
Classificação Indicativa: Livre

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