7ª edição do Festival Contemporâneo de Dança

FCD 7 edicao

A 7ª edição do Festival Contemporâneo de Dança reúne em São Paulo, no período de 30 de outubro a 16 de novembro de 2014, artistas de diversos países comprometidos com a experimentação, a investigação e o questionamento das fronteiras artísticas, cujos trabalhos conjugam pensamento crítico e reflexão poética. Essa edição do FCD tem o patrocínio do Banco Itaú e apoio da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, do programa IBERESCENA – Fundo para as Artes Cênicas Ibero-Americanas, SESC, além de diversas instituições internacionais de apoio a cultura.

O raio de atuação geográfica do Festival na cidade de São Paulo ampliou-se em 2014. Nessa nova edição, cinco espaços culturais – da zona leste a norte, passando pelo centro – serão ocupados por bailarinos e suas obras: Centro Cultural São Paulo, Galeria Olido, SESC Santana, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes e a Funarte. Na maioria das salas o acesso é gratuito ou com preço popular.

Nessa edição, além de promover a apresentação de Guintche, trabalho de Marlene Monteiro Freitas (Cabo Verde/Portugal), o Festival acredita ser de fundamental importância a volta de Ivo Dimchev (Bulgária/Áustria) ao Brasil, que mostrará as performances Concerto e ICure, e Taoufiq Izeddiou (Marrocos) que, desta vez, virá com a sua Cie Anania para mostrar Rev’Illusion. O FDC investe no retorno destes artistas com o objetivo de proporcionar ao público que acompanha anualmente a programação do Festival a chance de perceber as singularidades de suas trajetórias e de conferir a continuidade de pensamentos que se expandem, se consolidam e se revigoram ao longo do tempo.

Importante frisar que o Festival Contemporâneo de Dança tem como característica trazer artistas que modulam nas intensidades dos seus corpos potências de vida e, expostos, compartilham riscos, dúvidas, curas, impossibilidades, dores, invenções e prazeres.

Jovens coreógrafos

Fomentando também o trabalho de criadores sul-americanos, o FCD promove a difusão de obras de jovens coreógrafos, não por isso menos potentes, como Luciana Chieregati (Brasil/Espanha), Cecilia Lisa Eliceche (Argentina/Bélgica), Santiago Turenne e Miguel Jaime (Uruguai).

Ações de Formação

Além das apresentações, o FCD viabiliza oficinas de criação propondo imersões nos processos e procedimentos criativos de alguns dos convidados que terão a possibilidade de permanecer mais tempo na cidade para experimentar uma partilha mais intensa de suas práticas. Nesta edição, as oficinas serão ministradas por Marlene Monteiro Freitas, Ivo Dimchev e Taoufiq Izeddiou.

7×7

Na 7ª edição do FCD o 7×7 estará presente em ações esporádicas de ocupação, antes e depois dos espetáculos, iniciando as interlocuções com o público interessado em desenvolver sua manifestação poética sobre o que assistiu. Também produzirá suas próprias escritas poéticas, e ainda, num encontro aberto, compartilhará o método do projeto com o público interessado.

PROGRAMAÇÃO

fcd guintche12 Foto Thales LeiteGuintche
Marlene Monteiro Freitas (Portugal)
Duração: 50 minutos Classificação livre
OLIDO 30 de outubro a 2 de novembro | quinta a sábado às 20h, domingo às 19h

“Esta peça surge a partir de uma figura que desenhei relembrando um concerto. Chamei-a de Guintche e ela cresceu, ganhou vida, autonomia, rebelou-se. O desenho gera figuras com vida própria, seres cujo destino é defraudar expectativas. Guintche é a vida intensa que se formou e se apartou do fundo informe original. Deixou de ser a prótese de um pensamento para se tornar uma dança.” M.M.F.

Marlene Monteiro Freitas (São Vicente – Cabo Verde) foi uma das fundadoras do grupo “Compass” em sua cidade natal. Estudou dança na P.A.R.T.S. (Bruxelas), na “Escola Superior de Dança” de Lisboa e no curso de coreografia da “Fundação Calouste Gulbenkian”. Trabalha regularmente com Emmanuelle Huynn, Loic Touzé, Tânia Carvalho e Boris Charmatz, entre outros. Desde 2005 cria seus próprios trabalhos que têm como denominador comum a abertura, a impureza e a intensidade. É membro do coletivo Bomba Suicida (Lisboa).

Ficha técnica

Concepção e interpretação: Marlene Monteiro Freitas
Luz: Yannick Fouassier
Música: Johannes Krieger (corneta), “Rotcha Scribida” de Amandio Cabral, Cookie (bateria), Otomo Yoshihide (excerto de um solo de guitarra), Anatol Waschke (estilhaços)
Produção: BS Cultural, Lisboa
Coprodução: ZDB-Negócio, Lisboa
Residência artística: O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo / Alkantara Festival, Lisboa
Apoio: Re.Al, Lisboa / Forum Dança, Lisboa
Agradecimentos: Avelino Chantre, Pedro Lacerda, João Francisco Figueira, Anatol Waschke, Projecto Ymago, Culturgest, CCB, Bomba Suicida.

fcd Concerto Ivo Dimchev 1 credit KaaitheaterConcerto
Ivo Dimchev (Bulgária/Áustria)
Duração: 50 minutos Classificação 12 anos
CCSP 31 de outubro e 1 de novembro | sexta e sábado às 19h

No improvisado Concerto que, sem dúvida, exige extraordinária destreza física e virtuosismo, a voz de Ivo Dimchev viaja sutilmente entre os extremos dos afetos, sem romper em lágrimas nem em risos, permanecendo sempre em uma liminaridade poética. Transforma sua voz em uma fonte inesgotável de ressonância. Às vezes romântico, às vezes melancólico, às vezes techno, mas sempre poderoso, Dimchev cativa o seu público induzindo-o a se perguntar: “Ivo, quantos você pode ser?”.

Ivo Dimchev (Sófia, Bulgária) é performer, coreógrafo e autor de mais de trinta performances. Ganhou vários prêmios pelas suas criações e ministrou aulas magnas nas instituições “National Theater Academy” (Budapest), “Royal Dance Conservatorium” (Antuérpia), “Hochschule der Künste” (Bern) e “DanceWeb” (Viena), entre outras. É o diretor da “Humarts Foundation” e o organizador do evento “National Competition for Contemporary Choreography” em Bulgária. Após concluir seu mestrado na “Dasarts Academy” em Amsterdam, fixou-se em Bruxelas e abriu o estúdio “Volksroom”, onde se apresentam artistas de vários países. Atualmente é um dos artistas residentes do “Kaaitheater” (2013/2016).

Ficha técnica

Concepção: Ivo Dimchev
Performance: Ivo Dimchev, Jens Bouttery e Benjamin Sauzereau
Música: Emilian Gatzov
Produção: Humarts Foundation

FCD revillusion-1-credito-on-marcheRev´Illusion
Cie Anania (Marrocos)
Duração: 55 minutos Classificação livre
CFCCT 1 e 2 de novembro | sábado e domingo às 19h
SESC SANTANA 8 e 9 de novembro | sábado às 21h, domingo às 18h

Rev´Illusion faz eco aos recentes levantes no outro lado do Atlântico. Gestos e movimentos poéticos tornam-se estratégias insolentes para ganhar a liberdade em meio à censura e à repressão. Dançar é uma necessidade essencial em um país cuja realidade muitas vezes é sombria. Daí a urgência que invade o palco e movimenta os corpos, alegres e conscientes, cúmplices e fortes, até a exaustão. Reivindicação, medo, cólera, poesia e ilusão são os motores desta celebração da dança.

Taoufiq Izeddiou (Marrakech, Marrocos) é coreógrafo, pedagogo e diretor artístico da “Cie Anania” e do Festival “On Marche…” Após dedicar-se ao boxe e à arquitetura, estuda dança no “Institut Français de Marrakech” com Mathilde Monnier, Georges Appaix e Bernardo Montet e concluiu sua licenciatura (“Diplôme d’État”) na França. Interessado na questão indenitária, cria sua primeira coreografia em 2000 e, em 2003, funda a “Cie Anania” – primeira companhia de dança contemporânea de Marrocos. Com um repertório de mais de dez obras, seu trabalho explora as tensões entre tradição e modernidade buscando libertar os corpos de seu histórico de opressão. É um dos responsáveis pelos projetos de formação em dança Al Mokhtabar I e II.

Ficha Técnica

Concepção: Taoufiq Izeddiou
Interpretação: Fany Brouyaux, Said Ait El Moumen, Kamal Aadissa, Taoufiq Izeddiou
Colaboração artística: Hassan Darsi
Música: Jérémy Trossat
Luz: Grégory Rivoux
Produção: Cie ANANIA / Taoufiq Izeddiou
Coprodução: Charleroi Danses, Le Bois de l”Aune, Marseille Provence 2013, Ballet National de Marseille, Les Halles, Moussem, CCNC-BN, Institut français, Soutiens et résidences Institut Français – Marrakech, Espace Darja – Casablanca, Tanzquartier – Wien, Officine – Marseille.

fcd JorgeColin-SURTO mediaSURTO
Santiago Turenne e Miguel Jaime (Uruguai)
Duração: 40 minutos Classificação 12 anos
OLIDO 6 e 7 de novembro | quinta e sexta às 20h

Surto é uma ação contínua; um corpo sobre o outro; uma fúria; uma contemplação, suspensão e tranquilidade de uma imagem; é sexo; é golpe.

O duo é o resultado da apropriação, os desdobramentos e a fusão dos materiais trabalhados em três residências artísticas (em Portugal, México e Uruguai). Imersos na sensação de ocupar o tempo, existindo na singularidade de cada instante, os performers tecem uma dramaturgia de ações simples e concretas guiadas pelo desejo de renovar a cada dia os desafios do próprio fazer, na tentativa de que a obra se mantenha sempre viva e aberta a novos sentidos.

Miguel Jaime e Santiago Turenne são os criadores da plataforma colaborativa de criação, gestão e intercambio “Gestionarte” que produziu, entre outras atividades, a primeira criação em parceria da dupla chamada “Señal” (2008). Miguel Jaime (San Nicolás, Argentina) é criador, intérprete e docente de dança e de Iyengar® yoga. Reside em Montevidéu desde 2004 e é integrante do coletivo “Perro Rabioso” e de “Gestionarte”. Participou das obras “Pregunta” de Thomas Lehmen e “ATP” de Tamara Cubas, entre outras. Em 2013 estreia o solo “Concreto”. Santiago Turenne (Montevidéu, Uruguai) é gestor, intérprete, criador e curador. Integrante do coletivo “Perro Rabioso” e de “Gestionarte”, foi um dos curadores do “Festival Internacional de Danza de Uruguay” antes de dedicar-se à gestão pública. Participou do elenco das obras “ATP” e “Puto Gallo Conquistador” de Tamara Cubas, entre outras. É criador e intérprete do solo “Ejercicio de un intento”.

Ficha Técnica

Concepção e performance: Santiago Turenne / Miguel Jaime
Luz: Leticia Scrkycky
Fotografia: Jorge Colin
Produção: Gestionarte

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Ivo Dimchev (Bulgária/Áustria)
Duração 60 minutos Classificação 18 anos
OLIDO 8 e 9 de novembro | sábado às 20h, domingo às 19h

Se a cura é uma escolha, então por que não fazê-la enquanto estamos no teatro? Por que desperdiçar mais uma hora tentando “aculturar-nos” quando podemos usá-la para sermos mais “saudáveis”? Esta performance é feita para curar não apenas as dificuldades físicas ou psicológicas pontuais que você possa vir a ter, mas tudo ao mesmo tempo. ICure pode curar àqueles que você ama, tudo depende da sua concentração no poder de cura do ICure. Não é uma terapia individual, ela foi concebida para curar a todos os espectadores ao mesmo tempo. Seu envolvimento no processo terá um impacto decisivo sobre a cura. Quanto mais considerar ICure como uma experiência cultural, menor será o seu efeito terapêutico. Não desperdice o seu tempo no teatro, aproveite-o!

Ivo Dimchev (Sófia, Bulgária) é performer, coreógrafo e autor de mais de trinta performances. Ganhou vários prêmios pelas suas criações e ministrou aulas magnas nas instituições “National Theater Academy” (Budapest), “Royal Dance Conservatorium” (Anterúpia), “Hochschule der Künste” (Bern) e “DanceWeb” (Viena), entre outras. É o diretor da “Humarts Foundation” e o organizador do evento “National Competition for Contemporary Choreography” em Bulgária. Após concluir seu mestrado na “Dasarts Academy” em Amsterdam, fixou-se em Bruxelas e abriu o estúdio “Volksroom”, onde se apresentam artistas de vários países. Atualmente é um dos artistas residentes do “Kaaitheater” (2013/2016).

Ficha Técnica

Concepção/performance/música/texto: Ivo Dimchev
Ddesenho de luz: Giacomo Gorini
Assistente técnico: Emilian Gatsov

fcd cowsstheory_copyright Stanislav Dobak netCow´s Theory
Cecilia Lisa Eliceche (Argentina/Bélgica)
Duração 45 minutos Classificação livre
OLIDO 13 a 16 de novembro | quinta a sábado às 20h, domingo às 19h

Cow’s theory é uma peça de dança nascida do desejo de fazer um intenso trabalho físico. No palco há três mulheres que estão sempre em conexão entre si. Cada uma delas tem uma identidade própria, distinta. Há semelhanças, claro, como no vestuário, que remete às roupas de trabalhadores. Mas, apesar da individualidade de cada performer, durante a apresentação, seus movimentos as unem em um ser comum, expressando um acordo ou uma tentativa de trabalhar e viver juntas.

Cecilia Lisa Eliceche (Bahía Blanca, Argentina) estuda dança no “Conservatorio de Danza” de Bahía Blanca, no “Real Conservatorio Profesional de Danza” em Madri, no programa “Training and Research Cycles” na escola PARTS em Bruxelas e no estúdio “Movement Research” em Nova Iorque. Paralelamente desenvolve obras em parceria com Pablo Esbert Lilienfeld, Peter Savel e Anneleen Keppens. Trabalha como performer independente em Bruxelas e colabora com Eleanor Bauer, Claire Croize, Heather Kravas e Etienne Guilloteau. Além de participar de mostras e festivais com Cow’s Theory (destaque no Prix Jardin d”Europe 2011), desenvolve um projeto chamado “Dance Concerts”.

Ficha Técnica

Concepção: Cecilia Lisa Eliceche
Criação e performance: Cecilia Lisa Eliceche, Anneleen Keppens e Guiomar Campos
Trilha sonora: Pablo Esbert Lilienfeld
Produção: STUK, Leuven (BE)
Coprodução: Workspace Brussels (BE)
Apoio: Jardin d”Europe (apoiado pelo programa Culture da União Europeia), Explore Dance Festival (RO), Forum Dança/O rumo do Fumo (PT).

fcd GAG crédito Camila Tellez*Gag
Luciana Chieregati (Brasil/Espanha)
Duração 40 minutos Classificação livre
FUNARTE 14 a 16 de novembro | sexta e sábado às 20h30, domingo às 19h30

*Gag é uma pergunta, uma tentativa de colocar um problema no palco, uma dificuldade em cena. É um convite que tem a ver com a atribuição de significado às coisas, neste caso, a de um corpo em movimento. Uma tentativa de gerar um território de impossibilidade de significar a partir do excesso de interpretação: esvaziamento, potência, tédio. Serão os significados uma construção ou serão eles inerentes à matéria que significa? O que ocorre na overdose de significados que interrompem uma lógica de relações de sobreposição entre o corpo e as palavras? Que corpo? Gag é uma pergunta sobre um corpo dançando no palco hoje, em 2014.

*termo que denota aquilo que se interpõe na fala impedindo a elocução de uma palavra e a improvisação do ator para preencher um vazio de memória ou uma impossibilidade de falar.

Luciana Chieregati, paulistana, é integrante do Coletivo Qualquer – grupo itinerante que desenvolve, desde 2008, um trabalho contínuo de criação e pesquisa. Durante sua estadia em Lisboa participa da equipe do c.e.m e atua como diretora e gestora, junto a Ibon Salvador, no programa de “Residências Artísticas Seu Vicente” (com o apoio do c.e.m e a Municipalidade de Lisboa). Licenciada em dança pela “Universidade Anhembi Morumbi”, participa de cursos com diversos docentes no Brasil e na Europa e, em 2013, conclui o “Máster em Prática Escénica y Cultura Visual” (oferecido pela “Universidad de Castilla y La Mancha” e o “Museo Nacional y Centro de Arte Reina Sofia”). Colabora como intérprete com Claudia Muller, Dani Lima, Tamara Cubas e Idoia Zabaleta, entre outros, e é docente de dança desde 2007.

Ficha Técnica

Concepção: Ibon Salvador
Codireção: Idoia Zabaleta
Criação e performance: Luciana Chieregati
Produção: Teatro Pradillo (Madrid)

Ações Críticas

7×7

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compartilhamento metodológico: 30 de outubro, das 18h às 20h, Galeria Olido

Se algum trabalho do FCD mobilizou você, venha manifestar no 7×7 sua percepção sobre o que viu. Escreva, fotografe, crie sua crítica como quiser e envie o material produzido para o 7×7: contato@seteporsete.net. Não deixe seus comentários em corredores ou mesas de bar!

O 7×7 “nasceu” em 2009, na segunda edição do FCD, e, desde então, vem cobrindo diversas apresentações, mostras, festivais e temporadas. O projeto surgiu do desejo de estimular as reverberações dos trabalhos, fomentar discussões, anestesiar as polaridades e valorizar a voz compartilhada e conectiva, fomentando e difundindo a produção de análises críticas e poéticas em distintos formatos (textos, imagens still ou audiovisuais). Na 7ª edição do FCD o 7×7 estará presente em ações esporádicas de ocupação, antes e depois dos espetáculos, iniciando as interlocuções com o público interessado em desenvolver sua manifestação poética sobre o que assistiu. Também produzirá suas próprias escritas poéticas, e ainda, num encontro aberto, compartilhará o método do projeto com o público interessado.

Ações de Formação – Oficinas de Criação

Cara a cara. Espelho, satura-me!
com Marlene Monteiro Freitas (Cabo Verde/Portugal)
OLIDO 28 e 29 de outubro, terça e quarta, das 14h às 19h

A oficina propõe o compartilhamento de uma prática chamada “Espelho imaginário”, jogo que propicia o acesso a aspectos presentes no trabalho da artista, tais como a multiplicidade, a hibridez, a contradição, a estranheza e a intensidade.

Improvisação
com Ivo Dimchev (Bulgária/Áustria)
OLIDO 4 e 5 de novembro, terça e quarta, das 14h às 19h

Ivo Dimchev convidará aos participantes da oficina a explorar os conceitos performativos que orientaram suas últimas performances. Escrever poesia improvisada, inventar melodias e testar parcerias farão parte desta experiência.

Estudos Coreográficos
com Taoufiq Izeddiou (Marrocos)
SESC VILA MARIANA 4, 5 e 6 de novembro, terça, quarta e quinta, das 19h às 22h
(R. Pelotas, 141 – Vila Mariana – São Paulo)

Nesta oficina cada participante será orientado a investigar sua própria escrita coreográfica focando-se no ritmo e na energia. Caberá a cada um explorar a sua dança a partir da técnica rítmica/gestual do transe e canto tradicional Gnawa do Marrocos.

FICHA TÉCNICA do 7º FESTIVAL CONTEMPORÂNEO DE DANÇA

Direção artística: Adriana Grechi
Direção geral e de produção: Amaury Cacciacarro Filho
Colaboradores edição 2014: Wagner Schwartz, Cristian Duarte, Cristina Blanco e Carol Mendonça
Produção: Erika Fortunato e Guilherme Elias
Direção técnica: Sueli Matsuzaki
Equipe técnica: Daniel Calmon, Diego Gonçalves e Renaldo Taunay
Projeto gráfico: Fernando Bergamini
Imagens: Edu Marin
Assessoria de imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques
Edição dos textos do programa: Lucía Yáñez
Registro em vídeo: André Menezes
Registro fotográfico: Jônia Guimarães
Agradecimento: Gabi Gonçalves
Apresentação: Lei de Incentivo à Cultura e Itaú
Patrocínio: Banco Itaú
Parceria: Itaú Cultural, SESC e Cooperativa Paulista de Dança
Apoio: Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo – ProAC 2013
Apoio Cultural: Programa IBERESCENA, Governo da Bélgica, DG Artes e Governo de Portugal
Realização: Secretaria Municipal de Cultura, Galeria Olido, Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural da Cidade Tiradentes e FUNARTE São Paulo Sala Renée Gumiel
Idealização: Fractal Produção Cultural

SERVIÇO

7º Festival Contemporâneo de Dança
30 de outubro a 16 de novembro de 2014

Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade – Tel. 11 3397-4002
Capacidade da Sala Adoniran Barbosa – 622 lugares
Ingressos: devem ser retirados 1h antes na bilheteria
Entrada Gratuita

Complexo Cultural FUNARTE/SP – Sala Renée Gumiel
Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos
Ingressos: R$ 5,00 e R$ 10,00
Telefone: 11 3662.5177
Horário da bilheteria: uma hora antes do início do espetáculo

Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes
Av. Inácio Monteiro, 6900 – Cidade Tiradentes – Tel. 11 2555 2841
Capacidade do teatro: 200 lugares
Entrada franca – meia hora de antecedência

Galeria Olido – Sala Paissandu
Avenida São João, 473 – Centro – Tel. 11 3331-8399 ou 3397-0171
Capacidade: 136 lugares
Ingressos: devem ser retirados 1h antes na bilheteria
Entrada Gratuita

Sesc Santana – Teatro
Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo
Telefone para informações: (11) 2971-8700
Ingressos: R$ 9,00 e R$ 15,00
Capacidade: 337 lugares – Acesso para deficientes – estacionamento – ar condicionado
Estacionamento – R$ 7,00 período do espetáculo (desconto de 50% para matriculados no Sesc)

Fonte: Canal Aberto